sábado, 24 de abril de 2010

Críticas do Jedi: O porquê de Bastardos Inglórios ser uma obra-prima.


Esses tempos estava conversando com umas pessoas com pouco senso crítico para cinema, dizendo que Avatar era um filmaço e todos os mimimis. E eu, apoiado pelo meu amigo extremamente contemplador da sétima arte, o Fernando (base para o #fernandofacts), tentei provar pros outros o quando o filme de Quentin Tarantino era bom. Mas, como fazer isso com apenas um Oscar e por que só um Oscar?

Eu tenho a resposta para isso. Primeiro, vamos analisar o estilo e mentalidade do Quentin Tarantino. Esse diretor, considerado por mim como o melhor e mais inovador de toda a história de Hollywood transformando a maioria de seus filmes em clássicos. Mas qual é o motiv pra tanto sucesso? A união perfeita de sarcasmo, trama, violência e personagens curiosos. Isso ficou bem claro em sua primeira SUPERprodução, Pulp Fiction. isso sem contar o seu filme anterior, Cães de Aluguel.

Nesse filme, grandes nomes como John Travolta, Bruce Willis (meu pai) e Samuel L. "Motherfucker" Jackson estão diretamente envolvidos com crime e corrupção, com histórias que se ligam no fim das contas, sem contar a violência e crítica social.

Na série de 2 filmes Kill Bill, Quentin joga seu humor e violência num estilo japonês de filmagem, gerando cenas clássicas e transformando as películas, lançadas respectivamente em 2003 e 2004, em clássicos instantâneos, com cenas memoráveis.

Também aparece em Sin City, um filme um tanto quando bizarro, mas bem apreciável, que é a adaptação da HQ de mesmo nome.

Além dos filmes em que é roteirista, que seguem a sua mesma linha de pensamento, como as belas películas Um Drink no Inferno e Eles Matam e Nós Limpamos. Esses longa-metragens ele não dirige, mas praticamente comanda com seu estilo inovador.

Por fim, em Bastardos Inglórios, duas histórias distintas com personagens extremamente cativantes aparecem. Hans Landa, que trouxe o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante a Christoph Waltz, é muito inteligente e calculista. Aldo Raine, interpretado por Brad Pitt, é um redneck do Tennessee com um sotaque pesado e que odeia os nazis mais que tudo. Além do Urso Judeu, de Hugo Stiglitz e outros seres GENIAIS. Tudo isso, mais as paródias, o sarcasmo, a violência, a despreocupação, a trilha sonora, os letreiros instantâneos e o desfecho final transformam isso num clássico. E podem ter certeza que daqui uns 20 anos, vão se lembrar de 2009 por Bastardos Inglórios e não por Avatar e Guerra Ao Terror.

E o que mais Tarantino tem guardado? Kill Bill 3 está garantido para 2014. Mas pode ter certeza que vem coisa antes, e garanto, será FORMIDÁVEL.

Quentin Tarantino é tão feio que eu compararia ele ao Frango. ta, exagerei demais.

4 comentários:

Humberto disse...

Interessante, estava querendo conferir este filme porém julguei ele pela "capa" e acredito que seja mais um filme americano tacando pau nos alemães.

Allan R. Martins disse...

bom, sim tarantino tem o samuel mothafacka jackson nos seus filmes ( o que nao me surpreende nem um pouco rs) GET the fuck out this fucking nazis out of this fucking germany ( isso seria engrassado pena uqe soh aconteceu em pulp fiction rs), mas bastardos inglorious eh mto freak, mto ALEMAES SAO OWNADOS E JUDEUS SAO BONS, eu mandaria tudo a merda soh pro isso, mas o filme tmb pode ser bom, pelo fato da caracteristica dos personagens uqe matam com uma incrivel violencia, mas ficam tao calmos qnto em um jantar de natal KJASDHKJASHKJDASD

Humberto disse...

fodaralho

Arthur Macêdo Favela disse...

Você só esqueceu, além de dizer que ele é um dos poucos diretores e roteiristas neo-noir no mundo, de um ótimo roteiro dele: amor à queima-roupa.

Postar um comentário